To Fora!!!!

 

“Instead of giving you God’s Law as food and drink by which you can banquet on God, they package it in bundles of rules, loading you down like pack animals. They seem to take pleasure in watching you stagger under these loads, and wouldn’t think of lifting a finger to help. Their lives are perpetual fashion shows, embroidered prayer shawls one day and flowery prayers the next. They love to sit at the head table at church dinners, basking in the most prominent positions, preening in the radiance of public flattery, receiving honorary degrees, and getting called ‘Doctor’ and ‘Reverend.’

“Don’t let people do that to you, put you on a pedestal like that. You all have a single Teacher, and you are all classmates. Don’t set people up as experts over your life, letting them tell you what to do. Save that authority for God; let him tell you what to do. No one else should carry the title of ‘Father’; you have only one Father, and he’s in heaven. And don’t let people maneuver you into taking charge of them. There is only one Life-Leader for you and them—Christ.

“Do you want to stand out? Then step down. Be a servant. If you puff yourself up, you’ll get the wind knocked out of you. But if you’re content to simply be yourself, your life will count for plenty.”

Mateus 23. 4-12 – The Message Bible

May 12, 2012 at 8:47 pm Leave a comment

Seja feliz sempre.

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January 7, 2012 at 4:30 pm Leave a comment

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

Um comboio do metropolitano de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 6.700 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 6 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

January 1, 2012 at 5:03 am Leave a comment

Perdoe meu sarcasmo.

Gandhi disse: “No dia em que me mostrarem um cristão parecido com Jesus eu me converto ao cristianismo.” Confesso que tenho mudado meus conceitos sobre o “ajuntamento cristão”, são muitas as decepções. talvez Ghandi estivesse certo, quem sabe?

O texto a seguir fora retirado do livro Comunidade de Zigmunt Bauman. Leia com atenção e responda a você mesmo: Estas palavras não te faz lembrar da comunidade cristâ? (Ps. Estou sendo sarcástico)

” Numa comunidade, todos nos entendemos bem, podemos confiar no que ouvimos, estamos seguros a maior parte do tempo e raramente ficamos desconcertados ou somos surpreendidos. Nunca somos estranhos entre nós. Podemos discutir — mas são discussões amigáveis, pois todos estamos tentando tornar nosso estar juntos ainda melhor e mais agradável do que até aqui e, embora levados pela mesma vontade de melhorar nossa vida em comum, podemos discordar sobre como fazê-lo. Mas nunca desejamos má sorte uns aos outros, e podemos estar certos de que os outros à nossa volta nos querem bem. E ainda: numa comunidade podemos contar com a boa vontade dos outros. Se tropeçarmos e cairmos, os outros nos ajudarão a ficar de pé outra vez. Ninguém vai rir de nós, nem ridicularizar nossa falta de jeito e alegrar-se com nossa desgraça. Se dermos um mau passo, ainda podemos nos confessar, dar explicações e pedir desculpas, arrepender-nos se necessário; as pessoas ouvirão com simpatia e nos perdoarão, de modo que ninguém fique ressentido para sempre. E sempre haverá alguém para nos dar a mão em momentos de tristeza. Quando passarmos por momentos difíceis e por necessidades sérias, as pessoas não pedirão fiança antes dedecidirem se nos ajudarão; não perguntarão como e quando retribuiremos, mas sim do que precisamos. E raramente dirão que não é seu dever ajudarnos nem recusarão seu apoio só porque não há um contrato entre nós que as obrigue a fazê-lo, ou porque tenhamos deixado de 1er as entrelinhas. Nosso dever, pura e simplesmente, é ajudar uns aos outros e, assim, temos pura e simplesmente o direito de esperar obter a ajuda de que precisamos.”

Um ditado popular nordestino que talvez descreva melhor a sociedade de hoje seja, “farinha pouca, meu pirão primeiro.” Mas a igreja é diferente não é mesmo?

por Rodrigo DeOliveira

July 6, 2011 at 1:00 am Leave a comment

Felicida Realista.

FELICIDADE REALISTA
Por Mário Quintana 

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes
inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro… feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando
se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a
felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.

Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade..

January 5, 2011 at 3:15 pm Leave a comment

Como você responderia à pergunta – Quais são suas experiencias?

Lí este texto um tempo atrás,  achei legal e resolvi publicá-lo aqui. Divirta-se em nostalgia:

“Eu já dei risada até a barriga doer,

já nadei até perder o fôlego,

já chorei até dormir

e acordei com o rosto desfigurado.

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
já conversei com o espelho,
e até já brinquei de ser bruxo.

Já quis ser astronauta,
violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora,
já passei trote por telefone,
já tomei banho de chuva,
E acabei me viciando.

Já roubei beijo,
Já fiz confissões antes de dormir
num quarto escuro pro melhor amigo.
Já confundi sentimentos,
Peguei atalho errado
e continuo andando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,
já me cortei fazendo a barba apressado,
já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas,
mas descobri que essas são as mais difíceis de se
esquecer.

Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
já subi em árvore pra roubar fruta,
já caí da escada de bunda.
Conheci a morte de perto,
e agora anseio por viver cada dia.

Já fiz juras eternas,
já escrevi no muro da escola,
já chorei sentado no chão do banheiro,
já fugi de casa pra sempre,
e voltei no outro instante.

Já saí pra caminhar sem rumo,
sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
já fiquei sozinho no meio de mil pessoas
sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e laranjado,
já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
já olhei a cidade de cima
e mesmo assim não encontrei meu lugar.

Já senti medo do escuro,
já tremi de nervoso,
já quase morri de amor,
mas renasci novamente pro ver o sorriso de alguém
especial.

Já acordei no meio da noite
e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
já gritei de felicidade,
já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre,
Mas sempre era um “para sempre” pela metade.

Já deitei na grama de madrugada
e vi a Lua virar Sol,
já chorei por ver amigos partindo,
mas descobri que logo chegam novos,
e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas,
momentos fotografados pelas lentes da emoção.
guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga,
me encosta na parede e grita:
“- Qual sua experiência?”
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
“- experiência…experiência…”
Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa
experiência?
Não!!!
Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!”

Redação de um candidato em um processo seletivo de uma grande empresa brasileira

November 10, 2010 at 8:45 am 1 comment

As estatísticas advertem: ser pastor é prejudicial a saúde.

“Por algum motivo, o ministério pastoral ainda é para alguns uma vida glamorosa, inocente, carregada de sonhos, e idealizada com horas de leitura bíblica , orações e longas caminhadas com Jesus, passar os dias cantando louvores e sorrindo. Mas as estatístias mostram o contrário. Ser um pastor é o equivalente espiritual a um píloto Kamikaze, devido ao pesar de se importar com as pessoas, das muitas emergéncias, as duras críticas, e longas horas de trabalho.” Mark Driscoll.

As estastíticas são.

  • 1500 pastores deixam o ministério todos os meses. Os motivos mais comuns são fracasso moral, esgotamento espiritual e contenção de despesas das igrejas.
  • 50% dos casamentos de pastores terminarão em divórcio.
  • 80% dos pastores e 84% das mulheres de pastores se sentem desqualificados e desencorajados em seus ministérios.
  • 50% dos pastores dizem que abandonariam o ministério se pudessem, mas não o fazem por não terem outra forma de sustento.
  • 80% dos seminaristas formados, aqueles que chegam a ingressar no ministério, deixarão o ministério nos primeiros 5 anos.
  • 70% dos pastores lutam contra depressão constantemente.
  • Quase 40% dos entrevistados disseram que tiveram um caso fora do casamento desde o início de seus ministérios.
  • 70% disseram que a única vez que gastam tempo estudando a bíblia  é quando estão preparando seus sermões.
  • 80% das esposas de pastores sentem que seus maridos trabalham além de seus limites.
  • 80% de esposas de pastores gostariam que seus maridos escolhessem uma outra profissão.
  • A maioria das esposas de pastores entrevistadas disseram que o evento mais destrutivo que aconteceu em seus casamentos foi o dia que entraram no ministério.
  • Nos Estados Unidos, de todas as profissões, ministério pastoral é a segunda menos respeitada, está a frente apenas dos vendedores de carros.

Não tenho o que dizer para concluir este post. Fique a vontade para comentar.

*Statistics provided by The Fuller Institute, George Barna, and Pastoral Care Inc.

November 8, 2010 at 8:22 pm 9 comments

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